Sei que a aceitação, adequação, respeito das autoridades, escolas e sociedade para com as pessoas com deficiência é lenta ou inexistente em alguns casos, mas ficar inconformado com as RESPOSTAS PRONTAS das ESCOLAS PARTICULARES e expor é meu direito.
Neste momento não estou expondo apenas a minha vida, estou falando por todas às famílias que lutam diariamente pelo desenvolvimento, crescimento, independência dos filhos especiais. Quando nossos filhos deixarão de ser cotas? Quando terão direito a educação de qualidade?
Estou falando de uma realidade, cerca de 1% da população mundial, ou um em cada 68 indivíduos, apresenta algum transtorno do espectro do autismo.
Quando o preconceito vai acabar e o respeito humano vai prevalecer?
Trecho da reportagem com a ONU:
Rejeitar pessoas com autismo é ‘um desperdício de potencial humano’, destacam representantes da ONU
Para Lykketoft, a data permite celebrar os talentos únicos das pessoas com autismo, além de lembrar que cada um desses indivíduos deve ser tratado como um membro de valor da sociedade, tendo direito, portanto, a oportunidades iguais em todos os aspectos, incluindo educação, emprego, acesso à informação e participação na vida social, política e cultural.
E acrescentou: “Tornemos isso uma realidade, construindo sociedades inclusivas e comunidades acessíveis, onde as pessoas com autismo e outras deficiências possam prosperar, gozar das mesmas oportunidades e serem, assim, empoderadas”
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